segunda-feira, 18 de maio de 2026

A ganância e a perversidade dominam o mundo! (Claude Janvier)

 


A ganância e a perversidade dominam o mundo! (Claude Janvier)

18 de Maio de 2026 Robert Bibeau



Por Claude Janvier .

A ganância e a perversidade dominam o mundo!

Esses são dois conceitos desviantes, mas infelizmente muito presentes entre as nossas "elites mundiais" que, graças à sua riqueza, muitas vezes permanecem intocáveis.

Com a sua ideologia mórbida, derivada de um messianismo distorcido e perniciosamente interpretado, mas infelizmente aceite pela grande maioria, de controlar o mundo e acumular riquezas, eles não hesitam em massacrar outros, sempre sob o pretexto de uma missão "divina" e, portanto, ditada por um "deus benevolente".

Eles usarão todas as justificações necessárias para fazê-lo acreditar na legitimidade dos seus actos criminosos. "Nós matamo-vos e subjugamo-vos, mas é para o vosso próprio bem..." Essa ideologia, baseada num elitismo mórbido, religioso ou não, resultou, desde o século XIX, no uso do planeta como o seu playground, saqueando-o e apropriando-se do que não lhes pertence. Os anglo-saxões são os mestres incontestáveis ​​disso. Eles têm quase 400 milhões de vítimas na sua consciência... se é que têm alguma... https://reseauinternational.net/le-monde-est-divise-en-deux-dun-cote-les-anglo-saxons-et-de-lautre-les-etres-humains-2/


É preciso sempre procurar e identificar «a ou as causas» do problema. E essa causa é essa elite mundial psicopata que se considera descendente de Júpiter e, de facto, protegida por Deus. Trata-se, evidentemente, de uma inversão, pois Deus, se existe, protegeria todos os povos da Terra e não apenas uma fracção eleita. Não importam as declarações mentirosas dos chefes de guerra fanáticos, destinadas a justificar os seus actos criminosos. Os factos existem e estão provados.

Mas, desde o início do século XX, graças aos meios de comunicação traidores e corruptos, as justificações têm vindo a ganhar cada vez mais importância. Os massacres são legitimados em nome da «democracia», portanto do «lado do bem» (sic).

É certo que ficariam contentes em saber, numa bela manhã, que a vossa família foi massacrada a meio da noite por um míssil lançado por um drone. Mas foi necessário, porque era para o vosso bem… Que hipocrisia!

Detesto este embrutecimento das massas por parte de uma casta de privilegiados, muitas vezes demasiado gananciosa, corrupta e criminosa. Mas com o tempo, e felizmente, aprendi a distinguir entre um indivíduo e um corpo de exército, ou um grupo, seja ele qual for.

É certo que há pessoas de valor em todo o lado, mas estas são, com demasiada frequência, ofuscadas e marginalizadas, precisamente devido às suas divergências com ordens e regulamentos liberticidas, que são contrários ao bem-estar do povo. Na realidade, há pessoas íntegras em todo o lado, mas é preciso ter em conta que são uma minoria.

A maioria das pessoas obedece às ordens liberticidas sem questionar e, ao fazê-lo, transforma-se num vasto rebanho de ovelhas balindo. Sem compreender grande coisa e tornando-se, no final, muito perigosa, pois opõe-se incessantemente a uma verdadeira evolução positiva da sociedade. Para piorar, nunca denunciará os verdadeiros inimigos da humanidade, ou seja, os predadores cínicos e corruptos que nos governam com demasiada frequência.

Este vasto problema existe desde o alvorecer da humanidade, mas com os progressos tecnológicos, e isto desde o final do século XIX, vai ganhando cada vez mais dimensão. A destruição dos povos pela espada, depois pela pólvora, pelas diversas e variadas bombas atómicas e, mais recentemente, pelos drones hipersónicos, nunca parou. Hoje, é possível matar milhões de pessoas numa fracção de segundo. Que progresso!

Individualmente, as pessoas são, na sua maioria, ovelhas tranquilas. Mas esse estado de letargia rotineira, próprio desses pacíficos quadrúpedes e da manada de bípedes em geral, pode transformar-se, de repente, numa horda sanguinária sem qualquer compaixão pelos outros. Desculpem se estou a chocar alguns, mas essa é, infelizmente, a triste e dura realidade.

A principal causa são os mercadores do caos, ou seja, os meios de comunicação social. Em vez de trabalhar para a evolução das mentalidades, a imprensa especializou-se em más notícias, propaganda, ódio e em exacerbar uma certa forma de agitação mental nos indivíduos.

Pois, de outra forma, como explicar que um agricultor da Auvergne possa querer, um belo dia, assassinar um agricultor da Baviera? Estes dois agricultores não tiveram uma revelação sobre este assunto numa bela manhã, diante da sua chávena de café! Foi necessário que políticos e militares criminosos, auxiliados por uma imprensa maquiavélica, atizassem o ódio de ambos os lados. Aliás, convido-vos a reflectir sobre esta ideia: «Mais polícia gera mais criminosos, e mais exército gera mais guerra». Os factos provam-no.

Lembrem-se das manchetes dos jornais em 1914. Era preciso ir «dar uma lição aos alemães». Os franceses partiram «com a flor na espingarda». O resto da história, vocês conhecem. O «grande massacre» fez tabula rasa. Hoje, agitam-nos e incutem-nos da mesma forma o ódio pelo povo russo! Os meios de comunicação social não são, infelizmente, mais do que órgãos de propaganda ao serviço de uma casta malévola.

Dito isto, não se deve esquecer que um ser humano não é obrigado a obedecer sem questionar. A responsabilidade final recai sobre cada pessoa. Seria demasiado fácil isentar-se totalmente de culpa. Sei que é uma prática comum a nível internacional afirmar que não se é responsável por nada, mas isso é falso. Somos responsáveis pela nossa vida, pela nossa família, pelo nosso entorno e por este planeta, quer queiram quer não.

A vida neste planeta louco está por um fio. Entre guerras, fomes, doenças, rapacidade e ganância, este planeta parece um inferno. Aliás, se o procurassem e encontrassem a Terra, esta serviria certamente para o efeito.

Cabe-nos a nós fazer com que isso deixe de ser o caso.



Claude Janvier.
Escritor, ensaísta, colunista e autor de dez obras sobre a influência da oligarquia financeira mundial apátrida, sobre o Estado profundo francês e europeu, sobre a ameaça da OTAN, sobre o conflito entre a Rússia e a OTAN através da Ucrânia, sobre o Médio Oriente e sobre a geo-política internacional. Há cerca de vinte anos que investiga, desenterra, dissecou e analisa a actualidade, e não hesita em deslocar-se a locais de conflito, como a Síria e o Donbass, para revelar as verdadeiras informações, comprová-las, divulgá-las e mostrar o poder nefasto e as mentiras dos meios de comunicação propagandistas..

 


Trecho extraído do meu livro recém-lançado: «Por que me tornei um rebelde? Mentiras de Estado e crimes contra a humanidade». The Book Edition. Link para encomendar o livro:

https://www.thebookedition.com/fr/pourquoi-suis-je-devenu-un-rebelle–p-429597.html

 

Fonte: La cupidité et la perversité mènent le monde ! (Claude Janvier) – les 7 du quebec

Este artigo foi traduzido para Língua Portuguesa por Luis Júdice




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