E já lá vão 4 anos que deixei de fumar.

Como se não tivéssemos de celebrar, todos os dias da nossa
vida, o despertar da nossa consciência para o papel que cada um de nós tem de
desempenhar na transformação desta sociedade, participando activamente na
resolução da contradição dos nossos dias: aquela que opõe a natureza social da
produção e do trabalho à apropriação privada, abusiva, violenta e bárbara, da
riqueza por ele gerada.
Mas, voltemos à mulher! Foram elas que sempre me salvaram a
vida:
·
Depois, todas as mulheres com quem partilhei
momentos da minha vida e que me ajudaram a construir e a sedimentar o carácter
·
Sem esquecer aquelas duas mulheres – uma, minha
médica de família, a outra, a cirurgiã que me operou – que me salvaram a vida.
Como sempre, nesta nota em que, para além da mulher, celebro
o facto de ter escolhido a vida, os dados estatísticos para a reflexão de todos
os meus amigos. Quatro anos representaram:
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Poupar 12.960 euros
·
E, sobretudo, dar aos pulmões e artérias uma
possibilidade de terem, nunca mais na totalidade é certo, alguma capacidade de
regeneração, que me proporcionem uma melhor qualidade de vida, uma vida que não
seja em permanente sobressalto quanto à saúde.
Isto depois de ter fumado mais de 600.000 cigarros! Ou seja, estive - agora que tanto se discute o direito à eutanásia - a eutanasiar-me durante mais de 40 anos da minha vida!
Isto depois de ter fumado mais de 600.000 cigarros! Ou seja, estive - agora que tanto se discute o direito à eutanásia - a eutanasiar-me durante mais de 40 anos da minha vida!
Bem sei que nunca deixarei de ser viciado. Posso é superar o
vício, contrariando-o!
Muita Força!
ResponderEliminarÓ Luís, não sejas mentiroso, ainda há relativamente eu levava com o teu fumo no automóvel quando nos dirigíamos para a sede, lembras-te? Olha essa memória rapaz, olha essa memória.
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