segunda-feira, 12 de outubro de 2026

Aleida, a filha de Che Guevara, defende Cuba…

 


Aleida, a filha de Che Guevara, defende Cuba… 

A luta internacional contra o vil ataque lançado pelo imperialismo americano contra Cuba, com o qual a esquerda da Turquia sempre foi solidária. 

Doğan Özgüden, 

(Artı Gerçek, 11 de Outubro de 2026)

 

Perante as tentativas do presidente norte-americano Trump de submeter Cuba, tal como outros países da América Latina, ao imperialismo ianque através de diversas ameaças e pressões, estão a ser organizadas manifestações de solidariedade com o povo de Cuba em vários países europeus e na Turquia. 

A figura mais marcante destas manifestações é a Dra. Aleida Guevara, de 66 anos, filha de Ernesto Che Guevara, um dos líderes lendários da revolução cubana. 

Aleida, a mais velha dos quatro filhos de Ernesto Che Guevara e da sua segunda esposa, Aleida March, é pediatra no Hospital Infantil William Soler, em Havana, e também exerceu medicina em Angola, no Brasil e na Nicarágua.

Tinha apenas quatro anos e meio quando o seu pai deixou Cuba para iniciar uma revolução no Congo, e cerca de sete anos quando teve de enfrentar a dor do seu assassinato na Bolívia. Para além da sua actividade profissional, Aleida milita incansavelmente na cena internacional pela protecção dos direitos humanos e pela anulação da dívida dos países em desenvolvimento.

Há duas semanas, em Bruxelas, por ocasião de uma conferência organizada pelo Grupo da Esquerda no Parlamento Europeu sob o lema «Cuba não é uma ameaça, o bloqueio, sim», e na qual participaram eurodeputados, advogados, investigadores e activistas de toda a Europa, Aleida lançou um apelo à luta contra as tentativas da administração Trump de sufocar económica e politicamente o povo de Cuba. 

Também na Turquia foram organizadas várias manifestações pela Associação dos Amigos de Cuba José Martí, pela União das Câmaras de Engenheiros e Arquitectos da Turquia e pelos partidos de esquerda, a fim de manifestar a sua solidariedade com Cuba. 

Em Heusden-Zolder, na Bélgica, realizou-se no sábado, 10 de Outubro, uma manifestação de solidariedade organizada pelo Centro Cultural Alevi do Limburgo, com a participação de Jorge Cano, da Embaixada de Cuba, e do músico chileno César Guzman. 

Durante esta noite, foram apresentados vários cartazes e documentos, bem como artigos e entrevistas que tínhamos publicado na década de 1960 na revista «Ant» sobre a revolução cubana. 

A pedido dos organizadores, transmiti também a mensagem abaixo relativa aos ecos e repercussões da revolução cubana na Turquia e no exílio durante as décadas de 1950, 1960 e 1970. 

O movimento de esquerda na Turquia tem sempre sido solidário com Cuba

Comecei a minha carreira de jornalista há 74 anos no Sabah Postası [A Edição do Dia], o único jornal da oposição de Izmir. Na Turquia, na década de 1950, enquanto o governo do Partido Democrático intensificava o terror de Estado, um dos acontecimentos internacionais mais importantes que me interessava profundamente e me dava coragem, enquanto jornalista da oposição e sindicalista, foi a ascensão da luta revolucionária em Cuba.

Durante esse período sombrio, marcado por detenções em massa de comunistas na Turquia, pelo envio de uma brigada de 4 500 homens para a Coreia, pela retirada da nacionalidade turca a Nazım Hikmet e pelo estabelecimento do quartel-general da OTAN para o sudeste em Izmir, o ataque ao Quartel de Moncada, a 26 de Julho de 1953, pelo grupo de guerrilheiros liderado por Fidel Castro, apesar de ter terminado sem sucesso e com pesadas perdas, suscitou grande entusiasmo entre a nossa juventude, que se opunha ao imperialismo norte-americano. Relatei com grande entusiasmo, no jornal onde trabalhava em Izmir, a reorganização da guerrilha liderada por Fidel Castro, Ernesto «Che» Guevara e os seus camaradas, a sua entrada em Havana a 1 de Janeiro de 1959 e a sua tomada do poder. Dois anos após a revolução cubana, dois acontecimentos abalaram-nos profundamente: o assassinato de Patrice Lumumba, líder do movimento de libertação nacional congolês, a 17 de Janeiro de 1961, durante uma conspiração urdida pela CIA com a cumplicidade dos dirigentes belgas, e, três meses mais tarde, o lançamento do ataque do imperialismo norte-americano na Baía dos Porcos, em Cuba. 

No entanto, a corajosa resistência do povo cubano e a sua vitória esmagadora face a essa agressão, em 17 de Abril de 1961, representaram um duro golpe para o imperialismo e reforçaram a nossa determinação na luta.

Quando parti para Inglaterra em 1962 para ganhar a vida como trabalhador migrante, depois de ter sido forçado ao desemprego por todos os proprietários de jornais de Izmir devido às minhas actividades sindicais, a leitura de várias publicações sobre a revolução cubana, bem como de muitas outras obras fundamentais indisponíveis na Turquia, alargou ainda mais os meus horizontes. 

Nesse mesmo ano, quando o Partido Operário da Turquia começou a organizar-se por todo o país sob a liderança de Mehmet Ali Aybar, regressei imediatamente ao país e assumi as minhas funções no partido, primeiro em Izmir e, a partir de 1963, na sede central em Istambul. Nas reuniões do partido, um dos principais temas abordados em matéria de política externa era a evolução da revolução cubana e os problemas com que esta se deparava. 

Na sequência do desembarque na Baía dos Porcos, Cuba viu-se obrigada a celebrar acordos de segurança com a União Soviética face às novas ameaças potenciais do imperialismo norte-americano. Em resposta à implantação, pelos EUA, de mísseis Jupiter na Turquia — destinados a atingir a União Soviética, se necessário —, esta última instalou mísseis nucleares de médio alcance em Cuba, o que provocou uma grave crise internacional entre 14 e 27 de Outubro de 1962. Após a retirada dos mísseis da ilha, os esforços para isolar ainda mais Cuba nos planos político e económico intensificaram-se fortemente. Um dos temas mais frequentemente discutidos nas reuniões do partido era o reforço da solidariedade com Cuba. 

A partir de 1964 e durante dois anos, na qualidade de redactor-chefe, transformei o jornal Akşam [A Noite] na voz diária da esquerda, dando ampla cobertura às notícias e aos comentários sobre os movimentos revolucionários de todo o mundo. Naturalmente, tanto o Vietname como Cuba figuravam entre os principais temas abordados.

Após a nossa expulsão, da İnci e minha, do jornal Akşam no Verão de 1966, sob pressão dos meios capitalistas e governamentais, uma das nossas principais missões foi a tradução para turco da obra de Wright Mills intitulada «Ecoute Yankee», sobre a revolução cubana.

Desde o início de 1967, nas páginas dedicadas à política externa da revista socialista «Ant», que tínhamos lançado, abordámos amplamente a resistência vietnamita contra o imperialismo norte-americano, bem como o desenvolvimento da revolução cubana e o seu impacto nos outros países da América Latina.

Após o covarde assassinato de Ernesto Che Guevara na Bolívia, publicámos na edição da Ant de 24 de Outubro de 1967 um artigo detalhado sobre este tema, com o título de capa: «Como foi morto o revolucionário Che?»

Na edição da revista Ant de 2 de Abril de 1968, que publicámos no âmbito da campanha «Não à OTAN» organizada pelas organizações revolucionárias da Turquia, figurava uma série de artigos sobre Ernesto Che Guevara, recém-assassinado na Bolívia, bem como um cartaz com a sua efígie. 

O Che era acusado de aventurismo pela China e pela União Soviética, pois recusava-se a submeter-se a quem quer que fosse e criticava a indiferença das superpotências perante os problemas dos povos oprimidos dos três continentes. 

Dado que éramos uma revista de esquerda, os adidos de imprensa e os jornalistas soviéticos, que nos visitavam frequentemente, começaram a distanciar-se de nós devido à grande cobertura que dedicávamos ao Che nas nossas publicações. 

Nunca me esquecerei: um dia, Popof, um dos adidos de imprensa soviéticos, chegou enquanto preparávamos a revista. Comunista fervoroso, tinha demonstrado grande heroísmo como coronel durante a Segunda Guerra Mundial. Era um excelente jogador de xadrez e, apesar da atitude negativa da União Soviética em relação ao Che, mantínhamos relações extremamente amigáveis. Tinha vindo despedir-se de nós, pois ia ser transferido para Moscovo. 

Após uma longa conversa, despedimo-nos com tristeza. Ele tinha acabado de sair da sala e começava a descer as escadas, mas, após um momento de hesitação, virou-se e dirigiu-se para a parede atrás da minha secretária. Nessa parede, estava pendurado o cartaz do Che Guevara que tínhamos oferecido como suplemento à revista Ant. Apontando-o com o dedo, disse: «Independentemente do que se diga oficialmente, sei que o Che era um grande homem e um grande revolucionário, e tenho por ele um profundo respeito e um grande carinho. Era um verdadeiro comunista». Os seus olhos estavam cheios de lágrimas. Depois de me abraçar com força, acrescentou: «Queria que soubesses disso. Adeus, camarada, mais uma vez…»

Em 1968, quando começámos a publicar, para além da revista, os livros da Ant, com Yaşar Kemal e a sua esposa Tilda Kemal, duas das primeiras obras publicadas foram: «Os Fundamentos do Marxismo», de Emile Burns, e «Memórias de Guerra», de Ernesto Che Guevara. Posteriormente, publicámos «Black Power», de Stokley Carmichael, sobre a história da resistência negra nos EUA, e «O Diário da Guerrilha», de Che Guevara, sobre a sua luta na Bolívia.

Há alguns anos, quando a İnci e eu estávamos desempregados, traduzimos o livro de Wright Mills, «Ecoute Yankee», sobre a revolução cubana, publicado em Junho de 1969 pela editora Ant. Este livro incluía também a histórica alegação de Fidel Castro, «A história absolver-me-á», proferida anos antes durante um julgamento perante um tribunal que o deveria condenar. 

Outra obra importante que publicámos em Outubro de 1970 foi «O Julgamento de Havana», de Hans Magnus Enzensberger… Pouco depois da publicação deste livro, o Teatro dos Amigos, sob a direcção de Genco Erkal, encenou «O Julgamento de Havana» em Istambul. Um dia, o tradutor do livro, Sezer Duru, ligou-me todo entusiasmado: «Tenho uma notícia fantástica. Gregorio Ortega, um dos juízes do Processo de Havana, está na Turquia. Apresentei-o aos nossos amigos do Teatro dos Amigos. Ele vai até subir ao palco para interpretar o seu próprio papel durante uma representação. Mas também quero que o conheça.»

Durante a sua viagem, Ortega fazia reportagens para o jornal Gramma e outras publicações cubanas. Na sua visita a Ant, conversou longamente connosco sobre as perspectivas e os problemas da luta revolucionária na Turquia, tomando notas. Já tínhamos publicado inúmeros artigos sobre Cuba, mas foi incrivelmente estimulante conhecer, pela primeira vez, uma das figuras que liderou a revolução e julgou os contra-revolucionários.

Por volta da mesma altura, o nosso especialista em política externa, Hüseyin Baş, regressou de uma viagem a Paris com vários livros, bem como um disco de 45 rotações com duas canções em espanhol sobre o Che. Um dos lados do disco continha uma canção em homenagem ao famoso guerrilheiro: «Hasta Siempre Comandante». O nosso querido amigo Can Yücel, colaborador regular da Ant, encarregou-se da tradução dessa canção para turco. 

Após o golpe de Estado de 12 de Março de 1971, quando deixámos ilegalmente a Turquia para prosseguir a luta no exílio, devido aos processos judiciais que nos ameaçavam com centenas de anos de prisão e às constantes ameaças do exército, recebemos um grande apoio, especialmente em Paris, por parte de revolucionários de todos os cantos do mundo, incluindo amigos cubanos. 

Por exemplo, houve Wifredo Lam, um dos maiores pintores cubanos que viviam em Paris, Alberto Sendic, sindicalista uruguaio e irmão do lendário líder dos Tupamaros, Raoul Sendic, e Ornaldo Val, o correspondente francês da agência de notícias cubana Prensa Latina… 

Nunca esqueceremos o apoio de Wifredo Lam quando lutávamos em condições difíceis com passaportes falsos em Paris e, posteriormente, depois de termos regularizado a nossa permanência em 1973, ao acolher-nos na cidade de Albisola, em Itália, e ao ajudar-nos nas nossas relações internacionais. 

Com base nas informações que lhe forneci, em nome do Movimento de Resistência Democrática que ajudámos a fundar no exílio, sobre a opressão e as torturas fascistas na Turquia, foi publicado um artigo de Ornaldo Val na edição de Novembro de 1971 da revista cubana Tricontinental, com o título: «Turquia: o dia dos militaristas». 

Nos primeiros anos do nosso exílio, além da Turquia, outros três países europeus — Portugal, Espanha e Grécia — estavam sob o jugo de uma ditadura fascista. Mantínhamos uma solidariedade constante e uma unidade de luta com as organizações do exílio político desses países. O Chile juntou-se à lista de países sob ditadura fascista em 1973.

No entanto, dois anos antes do golpe de Estado, em 1971, o líder cubano Fidel Castro, que tinha realizado uma longa visita de amizade e solidariedade ao Chile, aconselhou Allende a nunca confiar no exército e a armar directamente o povo.

Infelizmente, este aviso foi ignorado. Os oficiais chilenos, tal como os oficiais turcos, continuaram a receber formação contra-insurreccional em escolas militares norte-americanas na zona do Canal do Panamá. O número de oficiais chilenos em formação nessas escolas passou de 107 em 1969 para 197 em 1972. Durante o mesmo período, as vendas de armas e equipamento militar norte-americano ao Chile também aumentaram, passando de 1,6 milhões de dólares para 14 milhões de dólares.

Na Turquia, apesar de ser conhecido como responsável pela contra-guerrilha, o general Kenan Evren, futuro líder do golpe de Estado de 12 de Setembro, foi nomeado chefe do Estado-Maior pelo primeiro-ministro Bülent Ecevit a 7 de Março de 1978, tal como o general Pinochet, instigador do golpe de Estado de 1973 no Chile, apesar das suas notórias simpatias pró-americanas e fascistas, foi nomeado comandante-chefe do exército chileno por Allende a 23 de Agosto de 1973, ou seja, apenas vinte dias antes do golpe de Estado.

O golpe de Estado chileno confirmou, mais uma vez, a veracidade histórica do líder cubano Fidel Castro, tal como ele havia afirmado na sua defesa intitulada «A história absolver-me-á», durante o seu julgamento em 1953 perante o tribunal de Baptista. 

Hoje, Cuba está ameaçada pelo imperialismo norte-americano e pelos seus lacaios… No seu discurso no Parlamento Europeu, Aleida Guevara sublinhou que, apesar destas ameaças, Cuba nunca abandonará o seu sistema, insistindo no facto de que a solução para a crise não é «abandonar o socialismo», mas sim «aperfeiçoar o socialismo». 

Além disso, depois de ter apelado à solidariedade com todos os povos oprimidos do mundo, concluiu o seu discurso cantando a plenos pulmões a canção folclórica «Rosa Blanca», inspirada num poema de José Martí, herói nacional e poeta cubano, a partir da tribuna do Parlamento Europeu.

A İnci e eu prestamos homenagem a Fidel Castro e a Ernesto Che Guevara, cujas obras tivemos a honra de publicar durante os nossos anos de luta na Turquia, e felicitamos os nossos amigos exilados na Bélgica pela noite de solidariedade com Cuba que organizaram em Heusden-Zolder.

 

 Tradução: Mazyar KHOOJINIAN

 

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Fonte:  texto enviado por mail por René Naba

Este artigo foi traduzido para Língua Portuguesa por Luis Júdice

A Rússia fornece o gasóleo necessário à NATO para massacrar as tropas russas (!)


 A Rússia fornece o gasóleo necessário à NATO para massacrar as tropas russas (!)

12 de Outubro de 2026 Robert Bibeau



Por Normand Bibeau.

OS NEO-CZARISTAS CAPITALISTAS RUSSOS ESTÃO  A VENDER O DIESEL DO POVO RUSSO PARA OS IMPERIALISTAS IANQUES (U$) PARA SALVÁ-LOS DA RECESSÃO, MANTER A SUA INDÚSTRIA DE GUERRA A FUNCIONAR E ENRIQUECER COM O SANGUE E A CARNE DO PROLETARIADO.

Os bilionários do mundo, seus mensageiros políticos contratados e propagandistas a soldo estão a atingir um pico de brutalidade quase sem precedentes na história, de abjecção e ganância capitalista pérfida, enquanto os imperialistas YANKEE U$ e seus "inimigos" NEO-CZARISTAS CAPITALISTAS RUSSOS estão a "conspirar" para "reabrir o mercado mundial ao diesel russo" ao "decretar uma autorização temporária para a compra/venda de diesel russo, incluindo para os U$A, em resposta ao aumento dos preços dos combustíveis e às tensões sobre o fornecimento mundial de hidrocarbonetos" causadas pelas guerras intermináveis do imperialismo MUNDIAL na Ucrânia, Irão e Venezuela.
(re:Licença Geral 139 – 9, 10/09/2026, ofac.treasury.gov; reuters.com, 10/09/2026; apnews.com 09/10/2026).

Assim, mesmo enquanto as fábricas e a indústria de transporte dos imperialistas fascistas YANKEE$ U$ e EURONAZI$ precisam fatalmente de diesel para fabricar e transportar os aviões, bombas e mísseis com os quais abastecem os seus mercenários UKRONAZI$, KIEVIN$$, SIONAZI$ISRAEL$, ARAB PETROMONARCHS e renegados venezuelanos que manobram para massacrar soldados russos, Palestinianos, libaneses, árabes, iranianos, cubanos e venezuelanos nos campos de batalha do imperialismo mundial, os seus "inimigos jurados", os NEO-CZARISTAS CAPITALISTAS RUSSOS prometem "vender para obter lucros" até 27 de Abril de 2027:

300.000 toneladas de diesel;
500.000 toneladas em Novembro de 2026;
1 milhão de toneladas segundo um cronograma a ser confirmado e
4,8 milhões de toneladas "num horizonte mais amplo". (re:lemonde.fr,10/09/2026; 19/09 reuters.com/ de 2026; apnews.com 09/10/2026).

O que pode ser mais abjecto e desprezível, para os soldados e os povos russos, palestinianos, libaneses, árabes, iranianos, cubanos e venezuelanos, do que saber que os aviões que os bombardeiam, as bombas e mísseis que os assassinam, funcionam com O SEU próprio GASÓLEO, vendido para lucros, àqueles mesmos que os massacraram, pelos «SEUS» «líderes», os desumanos, imundos, bárbaros e desprezíveis capitalistas NEO-TSARISTAS RUSSOS e os seus sequazes políticos, os PUTIN, LAVROV e tutti quanti, ad nauseam, amen, escondidos nos seus bunkers dourados enquanto eles, os soldados, apodrecem na lama, ao frio, longe da família, dos amigos, sob os aviões, os drones e as bombas YANKEE$, para supostamente «proteger a pátria» dessas porcarias capitalistas que os traem vilmente para enriquecer os bilionários, senhores do mundo capitalista.

Os imperialistas IANQUES U$ ao comandarem os seus vassalos EURONAZI$, UKRONAZI$, SIONAZI$, LATINONAZI$ e ARABONAZI$ a pôr a Europa, o Médio Oriente e a América do Sul a arder para realizar o seu LEBENSRAUM 2.0 sobre o petróleo e o gás natural mundial na sua guerra para dominar o mundo segundo a doutrina de Kissinger de que «quem controla o petróleo domina o mundo» e «quem controla a comida (fertilizantes nitrogenados) domina os povos», prejudicaram o seu próprio abastecimento vital de «diesel», indispensável ao transporte rodoviário, à agricultura e à indústria de guerra e, como consequência, a sua economia: «a ambição ameaça fazer perecer o seu mestre» e «a rã que queria ficar maior que o boi está prestes a explodir».

Assim,

1- o preço médio U$ por galão de diesel atingiu $6,28 U$, na quinta-feira, 8 de Outubro de 2026;
2- as reservas "estratégicas" de petróleo YANKEE$ U$ estavam, em 2 de Outubro de 2026, em 282,983 milhões de barris de um total de 411 milhões de barris, o seu nível mais baixo desde 1982 após terem "libertado 172 milhões de barris em Setembro de 2026" e reduzido de 125 dias de auto-suficiência de U$ para menos de 50 dias (22/09/re:reuters.com/2026);
3- A inflação disparou para +3,4%, incluindo +16,3% ano a ano apenas para energia e +27,4% para gasolina desde Agosto de 2025 (re:bls.gov, 09/11/2026);
4- a inflação na União Europeia era de +3,2% em 10/02/2026, incluindo +18,8% apenas para energia (re:ec.europea.eu,19/2/2026);

tudo isso, enquanto enche os cofres dos bilionários do mundo e os cofres eleitorais dos candidatos republicanos U$, ameaça o fürher YANKEE U$, os seus cúmplices europeus e o seu partido de criminosos para as eleições de meio de mandato de 3 de Novembro de 2026.

Depois:

1- implorar por ajuda aos BANDERITAS UCRANIANOS KIEVAN UKRONAZI$ para parar de bombardear refinarias russas a fim de aumentar o fornecimento mundial de gasóleo, o que eles recusaram categoricamente; (re:axios.com, 9 e 10/10/2026; reuters.com, 9/10/2026).

2- ordenou que os seus mercenários israelitas SIONAZI$ e os seus capangas das petromonarquias árabes parassem de bombardear o Irão e o Iémen;

3- ordenou que o seu exército levantasse o bloqueio do Estreito de Ormuz e deixasse de responder aos ataques iranianos e da Ansaralah;

nada resultou e a escassez de gasóleo agravou-se, ameaçando a economia capitalista mundial e a reeleição dos nazis republicanos, obrigando os imperialistas genocidas YANKEE$ U$, com o führer Tr0mp à cabeça, a implorar aos «$$$», os NÉOTSARISTAS RUSSOS, que lhes vendessem gasóleo até depois das «mid-terms» U$, após as quais negarão as suas palavras de acordo com toda a sua história e relançarão os bombardeamentos sobre o Irão, o Médio Oriente e a Rússia, traindo os laços capitalistas que unem TODOS os imperialistas mundiais na sua exploração bárbara, sem fé, nem lei e desumana da humanidade: LUCRO$…LUCRO$…LUCROS.

(re: declaração de 22/09/2026 na ONU de «aniquilar a República Islâmica do Irão (…) sem hipótese de sobrevivência e sem esperança de grandeza futura». «Possibilidade» de «intensificar bombardeamentos ao Irão após as mid-terms?» re: ca.time,1/10/2026; rollcall.com, 26/09/2026).

Mesmo os belicistas e militaristas fanáticos EURONAZI$ sedentos por hidrocarbonetos russos “grátis” e não apenas “baratos”, algo que só uma vitória no campo de batalha ucraniano e a “balcanização da Federação Russa” através do derrube da quadrilha NÉOTSARISTA PUTINIANA CAPITALISTA pró-oriental podem lhes proporcionar, estão divididos sobre a “redução das sanções YANKEE$ U$” ao gasóleo russo para salvar a economia mundial e o descalabro eleitoral dos YANKEE$ republicanos tr0mpistas e dos seus va$$alos EURONAZI$ que vão de derrotas eleitorais em derrotas eleitorais e cujos Estados vivem repetidas insurreições populares como:

em PORTUGAL (greve geral em 3 de Junho de 2026 contra o projecto fascista salazarista de "reforma" da lei trabalhista);
na França (450.000 manifestantes estudantis e sindicais contra a austeridade escolar);
na Bélgica (30.000 manifestantes em Bruxelas contra políticas de austeridade);
na Espanha (500.000 manifestantes contra a crise habitacional);
na Alemanha (45.000 manifestantes contra o recrutamento e o rearmamento juvenil);
Itália (109 greves contra políticas de austeridade em Setembro de 2026);
na Grécia (agricultores e trabalhadores contra a austeridade e o custo de vida);
Polónia (mobilizações nacionais anti-governamentais);
Irlanda, Áustria, Nórdicos e Bálticos (disputas sindicais localizadas);
Holanda (lutas dos agricultores contra políticas da UE e produtos ucranianos);
na Roménia e Bulgária (mobilizações nacionais contra a inflação hoje, 10 de Outubro de 2026)
(re: lemonde.fr, 10/10/2026; aljazeera.com.10/2026; 10.theguardian.com.2026; reuters.com.09-10/2026; les7duquebec.net e outras 35 fontes).

Assim, de «forma muito superficial», esses vassalos EURONAZI$ criticam a «suspensão temporária das sanções U$», e berram aos quatro ventos continuar o seu próprio regime de sanções «europeias», particularmente os «3 amigos com os braços partidos europeus»: Alemanha, Reino Unido e França, que fazem alarde e esforçam-se por gritar como javalis que apoiam os UKRONAZIS «até ao último ucraniano». 

Enquanto os «3 amigos com os braços partidos» se precipitam como «os cavaleiros do apocalipse» para crises energéticas e políticas maiores: Itália, Polónia, Hungria, Eslováquia, República Checa, Espanha, Grécia, Bélgica e Países Baixos dão «prioridade à sua segurança energética» e esforçam-se por «combater a subida dos preços dos combustíveis e da inflação» e as insurreições populares que os ameaçam, na verdade, vão comprar gasóleo e gás russos «lavados» pelos YANKEE$, a preço inflaccionado, enriquecendo ainda mais o complexo petrolífero YANKEE U$ e os seus bilionários.
(10/06/re:euronews.com de 2026; newrepublic.com.9/10/2026; fieldfisher.com.9/10/2026; reuters.com, 19/09/2026 e 17 outras fontes).

Enquanto os imperialistas YANKEE$ U$ prosseguem histericamente com a sua política de construir a «MAGA FORTERE$$E AMERICA TROMPISTE», protegidos pelos fosso oceânicos e por uma cúpula dourada anti-mísseis, sobre as ruínas dos seus vassalos europeus e asiáticos, em preparação para a 3.ª Guerra Mundial termonuclear apocalíptica híbrida, os seus «inimigos» IMPERIALISTAS NEO-CZARISTAS RUSSOS, em concorrência com os «desafiantes» chineses e indianos, fornecem-lhes o gasóleo necessário à sua própria sobrevivência política e ao seu complexo militar-industrial mortífero, às vésperas das eleições intercalares dos EUA, com o mais obsceno e desprezível desrespeito pela vida e pela saúde dos seus próprios soldados e dos seus «amigos sem limites» iranianos, iemenitas, palestinianos, libaneses, cubanos, venezuelanos, chineses e todos os outros, revelando a uma humanidade paralisada por tanta perfídia e ignomínia capitalista destes «animais bárbaros com rosto humano», para quem só o lucro conta, que a única saída para a sua aniquilação capitalista reside na revolução proletária.

A HUMANIDADE DEVE DESTRUIR TODOS ESSES MONSTROS CAPITALISTAS QUE SÃO INIMIGOS DA RAÇA HUMANA.

PROLETÁRIOS DO MUNDO, UNÍ-VOS E DERRUBEM A DITADURA GENOCIDA CAPITALISTA.

 

Fonte: La Russie fournit le diésel requis par l’OTAN pour massacrer les troupes russes (!) – les 7 du quebec

Este artigo foi traduzido para Língua Portuguesa por Luis Júdice



domingo, 11 de outubro de 2026

Caprichos dos liceais ou conflito de valores?

 


Caprichos dos liceais ou conflito de valores?

 


Por Robert Bibeau 11 de Outubro de 2026

 

por Nadia Henni-Moulaï Jornalista, escritora , sur a autora cf este link: https://www.madaniya.info/2022/07/05/portrait-nadia-henni-moulai/ . O link da newsletter de Nadia Henni-Moulaï : https://nadiahm.substack.com/


QUEM PODERIA PREVER A AMPLITUDE DO BLOQUEIO DOS LICEUS? NINGUÉM, CLARO!

Em 2026, os únicos problemas que afligem estes jovens resumem-se em duas palavras. Três, na verdade. Aquecimento das salas, ar condicionado e…telemóveis.

A PROIBIÇÃO DESTES ÚLTIMOS, APLICADA DESDE O INÍCIO DE 2026, TERIA ACENDIDO O FOGO À PÓLVORA.

Um capricho de estudante do secundário, portanto. Há 48 horas, comentadores dos canais de informação vão espalhando um relato menos mediático do que político. Entre acusações de instrumentalização por parte da LFI ou atenuação, até negação, das violências policiais, a máquina mediática está a todo o vapor, a disparar impropérios, simplificações e sensacionalismo jornalístico.

Por um lado, a violência não é defensável, por outro, o trabalho dos meios de comunicação, com a sua grande responsabilidade na formação da opinião, é insatisfatório.

Exactamente porque o bloqueio estudantil é tratado como uma erupção ex nihilo, um acontecimento que surgiu espontaneamente. Assim, as alegadas violências policiais que daí resultam - IGPN chamada em Sevran, Saint-Ouen-l’Aumône e Tours - seriam apenas a resposta legal e legítima aos incidentes e danos que pontuam o território. Os números são reveladores.



MAIS DE 350 ESTABELECIMENTOS BLOQUEADOS, QUASE 2000 DETENÇÕES, PERTO DE 500 PESSOAS EM CUSTÓDIA, FERIDOS ENTRE OS JOVENS, PESSOAL (INCLUINDO UM DIRECTOR FERIDO) E POLÍCIA.

Com a adesão de várias universidades em Paris, Estrasburgo, Marselha ou Montpellier, o bloqueio parece estar a ganhar força, enquanto alguns jornalistas ficam quase impacientes com uma decisão que ainda não chega: o estado de emergência. E é isto para uma análise rápida.

Por seu lado, a classe política aponta a responsabilidade da LFI na inflamação da situação.

As imagens do prefeito de Saint-Denis, Bally Bagayoko, filmado a segurar um caixote do lixo em chamas, ao lado de estudantes do ensino secundário super animados, alimentaram, por algum tempo, essa teoria. Partilhado pela Europe 1 e pela Frontières, revista de extrema-direita, o vídeo propositadamente editado mostra na realidade o edil a tentar apagar o fogo, como mostra o Libération. Ora, se a LFI percebeu a importância de politizar o bloqueio, é precisamente porque este bloqueio é político. Oportunismo político ou não, os Insoumis são, creio, os únicos a gabar-se de estar ao lado dos jovens, de reivindicar as suas causas. Uma estratégia assumida e visivelmente eficaz. Entre os 18-24 anos, J-L. Mélenchon tinha 34% em 2022.

Se o PS ou o LR, gozando de tal crédito junto de uma juventude que muitas vezes se descreve como passiva, despolitizada e dependente, o dispensaria? Quer se queira ou não, a LFI consegue atrair jovens em falta de exemplos e de exemplaridade vindos da esfera política. Afinal, a desconfiança em relação à democracia, da qual a abstenção é uma consequência, já existia antes deste movimento de esquerda lançado em 2016.

Se a LFI parece ser a única alternativa capaz de contrariar Marine Le Pen e o seu partido racista e fascista aos olhos de muitos franceses, nem todos dão carta branca aos Insoumis. Apesar da sua abertura, os reflexos de classe estruturam as relações de poder internas como em qualquer espaço de poder. Começando pelos próprios partidos políticos. Impossível, portanto, cair no unanimismo. Mesmo em relação à LFI.

No entanto, os anúncios de Matignon deste 1 de Outubro evidenciam o jogo político praticado pelo governo, no momento em que deveria atenuar a raiva. O mesmo jogo político que é criticado à LFI durante os programas de televisão. Ao acusar oficialmente a «LFI e os seus representantes da ultra-esquerda» de terem desencadeado este movimento, Sébastien Lecornu, Primeiro-ministro, reduz este bloqueio a um ensaio geral da primeira volta das presidenciais. Um confronto, por procuração, entre Jean-Luc Mélenchon e Marine Le Pen, que abriria caminho a um bloco central, espécie de terceira via tranquilizadora.

Por seu lado, Edouard Philippe, ex-primeiro-ministro e candidato à presidência, vê nisso a mão da «LFI a preparar um confronto generalizado». Bruno Retailleau, por outro lado, líder do LR e ex-ministro do Interior, defende «proibir a França Insubmissa». Uma medida chocante que beneficiaria este aspirante a presidente da República.



Não é este um exemplo de instrumentalização política? Se o movimento pode crescer, também pode parar. No entanto, as consequências deste bloqueio correm o risco de influenciar, de uma forma ou de outra, a direcção da presidência, aumentando a polarização numa sociedade francesa já fracturada.

Para além da postura política, o comunicado de Matignon não menciona as violências policiais cujas imagens, no entanto, continuam a circular nas redes sociais. Adolescentes estrangulados, puxados pelos cabelos, LBD no olho em Tours, tiro de lança-granadas na boca em Saint-Ouen-l’Aumône, detenções agressivas. Uma negação já vista e que ressoa ainda mais com os abusos policiais cometidos sobre os coletes amarelos em 2018 e 2019. E. Macron tinha, então, iniciado o seu mandato com um movimento popular, espontâneo e apolítico. Ele encerra os últimos meses do quinquénio de maneira semelhante (as acusações contra a LFI são, até prova em contrário, infundadas). Que ironia, no entanto. Ele, que tinha conquistado as simpatias da juventude no segundo turno das presidenciais, frente a Marine Le Pen, em 2017.

“EXPLORAÇÃO CÍNICA DOS ESTUDANTES DO ENSINO SECUNDÁRIO PELA LFI”, EDOUARD PHILIPPE

Ao descrever, portanto, o bloqueio como um capricho relacionado com a «cantina», como diz E. Philippe, ou como uma manipulação dos Insurgentes, reduzindo-o ao seu lado violento (Maio de 68, foi reduzido à sua expressão violenta?), o governo espera eliminar o essencial das reivindicações.



«Comparam com Maio de 68, mas Maio de 68 não foi isso», Valérie Nataf, jornalista, 01/10/2026.

Vale a pena lembrá-la afinal? A falta de professores e de pessoal na Educação Nacional não é imaginária. No liceu Saint-Exupéry de Créteil - de onde começou o movimento - a falta de professores justificou o bloqueio.

As turmas sobrelotadas, com classes às vezes de 35 alunos (40 nas escolas privadas, que reflectem o êxodo das famílias das públicas), não são imaginárias.

A precariedade dos alunos provenientes de famílias confrontadas com uma pauperização em massa é uma realidade. Dez milhões de pobres em França, isso não é imaginário.

Escolas degradadas, especialmente em Seine-Saint-Denis, isso não é imaginário. No liceu Paul Eluard, as paredes com infiltrações de água e os ratos infestam o edifício.

VAMOS FALAR SOBRE AS DESIGUALDADES TERRITORIAIS?

A questão das desigualdades territoriais não é imaginária. Em Seine-Saint-Denis, 22% dos alunos do ensino secundário público estão matriculados em REP+, a proporção mais alta do país.

 

Outra medida-chave, o índice de perfil social (IPS) de Paris atinge 129 contra 71 em Mayotte. Este número, também, não é imaginário.

 

As diferenças de gastos atribuídos aos estudantes falam por si. Segundo a DEPP (Estatística Pública da Educação Nacional), a despesa média por aluno é de 12 500 euros na universidade contra 19 000 euros nas classes preparatórias para as grandes escolas. E não, isto também não é imaginário.

 

Em França, dependendo do seu território, da sua origem social, do seu nome, você não vai à mesma escola. Não beneficia das mesmas oportunidades.

 

Os números do PISA também não são imaginários. A França está a cair em termos de desempenho escolar. Acima de tudo, falha em separar o nível social do sucesso escolar. Quanto mais pobre é uma pessoa, menos consegue ter sucesso na escola. Então, não é imaginário.

 

Uma realidade que nos leva ao Parcours sup, uma ferramenta de orientação pós-12º ano pensada para reduzir as desigualdades. Se a plataforma facilitou o acesso formal a uma formação, PP (para além de gerar muita pressão – recordemos que os resultados saem durante as revisões do exame final!) não eliminou as desigualdades sociais, nem garantiu o acesso a uma formação. No meu caso, nunca vi tantos estudantes sem rumo ou naufragados no ensino superior... Sobretudo, PP reproduz as desigualdades pré-existentes, que estas, isso sim, não são imaginárias.   

E para terminar, neste texto já longo, parece-me que a raiva dos estudantes do secundário é fruto de uma época caótica, confrontada com conflitos de todos os tipos.

E, entre eles, um conflito de valores. Quer sejam as imagens de Gaza, cujas imagens nas redes sociais influenciam os círculos sociais muito mais do que parece, a concentração de riqueza e as desigualdades daí resultantes, o peso das redes sociais nas suas vidas e o impacto na sua saúde mental, o empobrecimento das suas famílias, a fragilização dos laços familiares, o racismo e as discriminações, o mau trabalho jornalístico dos meios de comunicação mainstream a enfraquecer a democracia… Alguns verão, nesta lista à Prévert, um amontoado de coisas. Eu vejo, por meu lado, uma juventude muito consciente do seu destino. O mundo já não lhe oferece aquele campo de possibilidades que faz os jovens avançarem.

N.H-M

Ilustração

Em Marselha, a manifestação para exigir mais recursos para os liceus começou às 10 horas. Manon Cruz / REUTERS

Fonte

https://nadiahm.substack.com/p/caprices-des-lyceens-vs-conflit-de?r=6tky1&utm_medium=ios

 

Fonte: Caprices des lycéens ou conflit de valeurs ? – les 7 du quebec

Este artigo foi traduzido para Língua Portuguesa por Luis Júdice