Para além das universidades de Lisboa, aderiram à luta e aos protestos estudantes universitários de todo o país, desde a Universidade do Minho à Universidade de Trás-os-Montes, passando pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha.
A principal palavra de ordem que ecoou nas manifestações e nas faixas ostentadas pelos estudantes foram “ Este não é o nosso orçamento” e “Chumbemos estas políticas e este orçamento”, numa expressa alusão aos cortes orçamentais na acção social e nos orçamentos das universidades prevista neste OE para 2013.
Evidente foi, também, a demonstração de que os estudantes universitários já não alimentam quaisquer ilusões quanto à necessidade de derrubar este governo de serventuários e na necessidade de se unirem aos trabalhadores e ao povo em geral para se constituir um governo democrático patriótico que, no mínimo, suspenda o pagamento de uma dívida que não foi contraída nem pelos estudantes, nem pelo povo, e que crie as condições de acesso livre, democrático e com dignidade, a um ensino com elevados padrões de qualidade pedagógica e científica.
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