segunda-feira, 20 de abril de 2026

Internacionalismo versus Nacionalismo

 


Internacionalismo versus Nacionalismo  

@Dois dedos de testa

 

A guerra entre blocos imperialistas, EUA/Israel (sionistas genocidas) e Irão; Rússia/Ucrânia/NATO, entre outras guerras regionais, de preparação da 3ª Guerra Mundial, ocorrem numa altura em que a classe operária portuguesa não dispõem do seu Parido de classe - um Partido operário internacionalista.

Na ausência em Portugal de um Parido Operário Internacionalista tem sido muito fácil à burguesia portuguesa e seus fantoches influencers manipular os operários e restantes escravos assalariados, levando-os a apoiar quer as suas próprias burguesias nacionais, quer as internacionais.

Toda a "casta" de oportunistas pequeno burgueses, escolhido um campo para apoiar (como se fosse uma equipa de futebol) tem-se entretido a glorificar a sua equipa predileta, a jubilar sempre que a sua equipa (bloco imperialista, capitalista escolhido) lança um míssil e acerta o alvo, e a catalogar a destruição e o número de mortos que um dos campos em confronto provoca no outro campo.

Tem sido a revelação de um nacionalismo miserável, acéfalo, fúnebre, profundamente oposto e ofensivo da dignidade e dos valores morais do proletariado.

Além de revelar a falta de orientação de um Parido proletário Internacionalista, é também revelador da falta de consciência de classe.

Estamos perante guerras imperialistas, reaccionárias, travadas, portanto, por grupos mundiais da burguesia imperialista que se roubam uns aos outros e distribuem entre si o fruto do roubo. Em palavras simples é isto.

Colocam as suas próprias burguesias acima de tudo. Atacam uma das burguesias para defenderem uma outra burguesia. A das suas simpatias. Não perceber que o carácter das guerras depende de qual classe está a travar a guerra e qual a política que essa guerra prossegue, leva não só a negar o Internacionalismo Proletário com a não perceber que a única vitima nestas guerras são os operários e todos os escravos assalariados.

Proletários de todos os países, uní-vos!

 

Valentim Martins

Operário na CIMPOR e na Indústria Metalomecânica


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