domingo, 27 de dezembro de 2020

Vacinação anti-covid: um espectáculo iníquo e degradante!

 


Um espectáculo iníquo e degradante é aquele a que os poderes instituídos, com o beneplácito de um sector mediático em histeria, tem estado, ao longo de todo o dia, a proporcionar a todos aqueles que querem influenciar com o “milagre” de uma vacina, supostamente desenhada para combater o Covid-19.

“Bem prega Frei Tomás, faz o que ele diz não faças o que ele faz”! Lá diz o velho ditado popular. Com a sede de protagonizar uma duvidosa operação sanitária, as televisões lá foram registando para a posteridade, ao longo de todo o dia, as centenas de profissionais de saúde, políticos e jornalistas, que encheram virtualmente as salas onde se registavam imagens e declarações daqueles que tinham tido a “coragem” de ser os primeiros a quem a vacina da PFIZER estava a ser administrada.

Caso para perguntar. Então e o distanciamento social, os cuidados a ter para que não se propague a doença? Ao vermos estas centenas de protagonistas num frenesim tremendo, em todos os polos onde hoje foi administrada a vacina – Lisboa, Porto e Coimbra – não podemos deixar de comparar tal facto com a histeria, o medo, o pânico, que ao longo dos meses foi sendo instilado junto das populações, para as levar a uma postura servil de obediência às medidas terroristas e fascistas que lhe foram sendo impostas. Resta-nos constatar que nenhuma dessas preocupações esteve presente nesta autêntica operação de charme.

Não somos – nem nunca fomos – contra a vacinação. Sempre defendemos que existem programas de vacinação que salvaram a humanidade de perigos enormes e fizeram com que aumentasse a idade média de vida – com qualidade – das populações.

O que somos – e seremos sempre – é contra a política gananciosa dos grandes monopólios farmacêuticos que, em nome de um bem maior – a imunização mundial contra o Covid-19 -, lançam uma vacina no mercado, não pela demonstração da sua eficácia e segurança, mas para que se obtenham lucros altamente vantajosos. A única vantagem que se assinala até à data passa pela valorização em bolsa das farmacêuticas envolvidas.

Uma razão que justifica a imposição das farmacêuticas salvíficas em ver aprovada e aceite, no contrato de distribuição das vacinas que assinaram com vários Estados ou aglomerados estatais, uma cláusula que as proteja de acções que possam vir a ocorrer por virtude da ocorrência de efeitos secundários gravosos a quem foi administrada a sua vacina.

Sem comentários:

Enviar um comentário