Hantavírus: O alerta mundial da OMS é justificado ou
fabricado? O Professor Perronne quebra o silêncio
20 de Maio de 2026 Robert Bibeau
Por France-soir: https://www.francesoir.fr/
À medida que o Hantavírus irrompe nos
media com uma intensidade que lembra as horas mais sombrias da pandemia de
Covid-19, o Professor Christian Perronne, especialista internacionalmente
reconhecido em doenças infeciosas e antigo presidente do Conselho Superior de
Higiene Pública de França, concedeu uma entrevista exclusiva ao France
Soir. O seu veredicto é claro: a reacção das
autoridades e dos media é largamente desproporcionada à realidade
epidemiológica.
Um vírus conhecido, riscos limitados
O hantavírus não é desconhecido
para o Prof.
Perronne. Durante quarenta anos, tratou pacientes contaminados em território
francês, principalmente na região da Picardia e na floresta de Compiègne. Ele
recorda-nos primeiro os fundamentos: "Os antivírus na Ásia e
na Europa nunca foram transmissíveis de humano para humano." A transmissão
ocorre exclusivamente através do contacto com excrementos de roedores,
rato-do-campo ou rato de campo em espaços confinados e poeirentos – sótãos,
garagens abandonadas, celeiros.
Relativamente à estirpe sul-americana
conhecida como "Andes", apresentada como potencialmente
transmissível entre humanos, o especialista coloca as coisas em perspectiva:
"É transmitida por aerossolização de
excrementos de roedores, especialmente ratos-do-campo", e não por
simples contacto no ar. "Então, não é assim que
se faz uma pandemia."
Uma gestão de media que levanta questões
Para três casos fatais num
transatlântico, o Director-Geral da OMS, Tedros, viajou para as Ilhas Canárias,
os passageiros foram recebidos por funcionários em fatos espaciais e o governo
francês realizou reuniões de crise. O Professor Perronne não esconde a sua
perplexidade: "Parece uma cena de um filme de
Hollywood." Ele sublinha o absurdo da imagem: o motorista do autocarro e os
polícias presentes não estavam mascarados nem protegidos.
Nas suas décadas de gestão de epidemias
– legionelose, Clostridium difficile, varíola dos macacos – o especialista
nunca observou tal desproporção. A sua conclusão é mordaz: "Este alvoroço, esta lavagem cerebral mediática é totalmente insuportável
para mim."
Coincidências perturbadoras
O professor destaca cinco coincidências
preocupantes: o surgimento do vírus precisamente quando a Argentina e os
Estados Unidos estão a sair da OMS; um "ensaio geral" nas Ilhas
Canárias três semanas antes do incidente no transatlântico; o aumento súbito de
publicações científicas sobre o hantavírus; o anúncio do uso de testes PCR na população geral; e, finalmente,
o desenvolvimento
de uma vacina de RNA mensageiro pela Moderna – mesmo antes da epidemia. "Sinto que estou a ver uma enorme manipulação diante dos nossos olhos", diz ele,
recordando o precedente do Evento 201 organizado por Bill Gates algumas semanas
antes do Covid.
Quanto à possibilidade de uma nova vacina de mRNA ser imposta, ele é
categórico — e diz estar disposto a enfrentar tudo para a evitar.
Um apelo à resistência
Perante esta situação, o Professor Perronne envia uma mensagem directa aos
franceses:
« Não se deixem manipular e não hesitem em falar sobre isso entre vocês, para
se organizarem e, possivelmente, em dizer que não. »
Entrevista conduzida
por Xavier Azalbert para o France Soir, 11 de Maio de 2026.
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Sociedade
Este artigo foi traduzido para Língua
Portuguesa por Luis Júdice

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