segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Comentário ao artigo: No Ocidente, eles querem que a guerra exista (TODD)

 


Comentário ao artigo: No Ocidente, eles querem que a guerra exista (TODD)

 

Que o Silêncio dos Justos não Mate Inocentes: No Ocidente, eles querem que a guerra exista (TODD)

 

 “No Ocidente, eles querem guerra para existir”, diz Todd. Uma análise bastante “curta”!

No Ocidente, eles querem a guerra para finalizar o Plano dos “Illuminati da Baviera”.

Numa carta datada de 15 de Agosto de 1871, conhecida por muitos teóricos da conspiração “desagradáveis” há já algum tempo, o escritor maçónico americano Albert Pike informou o revolucionário e patriota italiano Giuseppe Mazzini de um plano dos “Illuminati da Baviera” para conquistar o mundo através de três guerras mundiais com o objectivo de estabelecer um único “Supergoverno” mundial.

De acordo com René Guénon, os “Illuminati da Baviera” eram uma organização pseudo-iniciática que pretendia apoderar-se da maçonaria “operativa” no século XVIII. Aproveitamos esta ocasião para recordar que não se deve confundir a maçonaria moderna (ou anglo-saxónica) “especulativa”, que nasceu das Constituições da Grande Loja de Inglaterra publicadas em 1723, com a antiga maçonaria “operativa”, que tem as suas origens nos “Mistérios”, isto é, nos ensinamentos dados em segredo para explicar as leis da Natureza. É esta última, e não a “especulativa”, que sempre foi visada e/ou proibida por certos regimes totalitários. De passagem, convém assinalar que, nos antigos Mistérios, o “Iniciado” tomava um outro nome, ao mesmo tempo que se intitulava “Mâo Soon” que, em grego, significa “procuro o que é certo”, ou seja, a Verdade. É a partir destas duas palavras “Mâo Soon” que a palavra “maçon” foi mais tarde cunhada. O termo “maçonaria” deriva de “Mesouraneo” (estou no meio do céu).

Segundo o livro intitulado “Maçonaria e seitas secretas: o lado oculto da história”, esta correspondência de Agosto de 1871 encontra-se nos arquivos da Temple House, a sede do Rito Escocês em Washington, mas está “off limits”, ou seja, a sua consulta é proibida. No entanto, de acordo com a mesma obra, esta carta de Albert Pike esteve em tempos exposta na Biblioteca do Museu Britânico em Londres.

Comecemos por substituir o termo “Illuminati”, contido nesta correspondência, ou o de “Iluminados da Baviera” pelos termos um pouco mais actuais “Globalistas”, “Poderes do Dinheiro” ou “Oligarquia”, ou seja, os grandes criminosos no topo das nossas sociedades, e vejamos.

Primeira Guerra Mundial: Esta guerra deveria ser encenada para que os Illuminati tivessem controlo directo sobre a Rússia dos czares; as divergências de opinião entre o Império Britânico e o Império Alemão, suscitadas por agentes dos Illuminati, deveriam ser o “pontapé de saída” para esta guerra. Ao destruir o regime czarista, os Illuminati permitiriam o advento do comunismo. Ao controlarem um território gigantesco no Leste, poderiam testar a fundo as suas teorias totalitárias (que custariam milhões de vidas humanas) para corrigir as suas falhas.

Os “Illuminati” queriam usar a Rússia como “bête noire” do seu plano mundial, ou seja, como “ferramenta” para destruir outros governos e enfraquecer a religião: O martelo torna-se aqui o objecto dos poderes “de baixo”, a imagem do mal e da força bruta, para esmagar cada vez mais; é também a indústria ou a metalurgia que recorda os “génios infernais” armados de martelos, no momento em que o homem começou a trabalhar os metais, e que os utilizavam para artes e crimes abomináveis.

(...)

A Segunda Guerra Mundial: teria sido criada do nada, manipulando as divergências de opinião, desta vez entre nacionalistas alemães e sionistas politicamente empenhados; a destruição do nazismo teria conduzido a um aumento do poder do sionismo político e permitido a criação, na Palestina, de um Estado soberano de Israel (que se tornou desde então uma fonte ininterrupta e crescente de hostilidades na região, bem como o possível detonador de um futuro conflito mundial).

 

Esta segunda guerra mundial (uma nova hecatombe em vidas humanas, a que se seguiria em breve uma imigração maciça para a Europa, que apagaria progressivamente o seu rosto e talvez a sua história) teria também permitido à Rússia alargar a sua zona de influência, nomeadamente através da constituição de uma “Internacional Comunista”. Além disso, de acordo com a progressão do Plano, ao tornar-se (supostamente) o “pior inimigo” do mundo “livre” no Ocidente, o “espantalho comunista” (URSS) no Leste obrigaria os povos do Ocidente (numa pretensa “Guerra Fria” e no pavor de um novo conflito mundial ainda mais devastador do que o anterior) a aceitar a criação de alianças supranacionais globalistas que, de outra forma, nunca teriam surgido, como a NATO e, sobretudo, a ONU, verdadeiro “Cavalo de Troia” dos globalistas e outra faceta do sinistro “Projeto Manhattan”, mais subtil mas igualmente mortífera: Nunca houve tanto ódio e conflito entre países como desde a criação da ONU.

Esta rivalidade foi inaugurada em Agosto de 1945 com o duplo crime “atómico” contra a humanidade cometido pelo governo dos EUA (uma verdadeira demonstração de força dos “Illuminati” destinada a fazer da ameaça nuclear o instrumento de uma nova ordem mundial baseada no terror), mantido com a cumplicidade dos soviéticos e o seu primeiro ensaio atómico com plutónio em Agosto de 1949 (que marcou o início de uma nova “corrida aos armamentos”), visava sobretudo provocar o relançamento do comércio (e mesmo do tráfico) internacional de armas, com tudo o que isso implica: tráfico de droga, branqueamento de capitais sujos, corrupção, instabilidade internacional, insegurança generalizada, explosão do mercado da “segurança interna”, desenvolvimento de tecnologias “Big Brother” orientadas sobretudo para o “controlo de multidões”, etc. , tudo para maior proveito dos “poderes do dinheiro” (banqueiros internacionais e multinacionais) cujo principal negócio é o MEDO (um grande obstáculo à Espiritualidade).

É de salientar que, para além de devastarem países do ponto de vista arqueológico, as duas primeiras guerras mundiais visaram sobretudo os cristãos: em primeiro lugar, fazendo-os matarem-se efectivamente às dezenas de milhões; em segundo lugar, atomizando-os em Hiroshima e Nagasaki, as duas únicas cidades católicas do Japão; foram os pináculos da catedral de Urakami Tenshudo, em Nagasaki, o centro mais importante da comunidade católica japonesa, que serviram de ponto de referência aos pilotos do B-29 para lançarem a bomba “Fat Man” (sabemos agora que este duplo “fogo nuclear” contra os japoneses não foi ditado por qualquer necessidade militar, Tóquio e 66 outras cidades japonesas já tinham sido reduzidas a cinzas por um dilúvio de bombas incendiárias e o Imperador Hirohito tinha aceite o princípio da rendição. ).

(...)

Terceira Guerra Mundial: O seu plano basear-se-ia nas divergências de opinião que os “Illuminati” teriam criado entre os sionistas e os líderes do mundo islâmico (concretizando, uma e outra vez, esse mecanismo perverso de “gestão dos opostos” tão caro às organizações secretas globalistas, e intensificado em particular desde os atentados de “falsa bandeira” do 11 de Setembro), O resultado seria um conflito entre o sionismo político (o Estado de Israel) e o Islão (os muçulmanos do mundo árabe) para que se destruam mutuamente (os povos sobretudo, não as castas dominantes e secretas desses povos, porque, recordemos, as guerras são travadas por gente boa que se mata e não se conhece, para maior proveito de gente que se conhece muito bem e não se mata). Estaria programado um prolongamento do conflito à escala mundial (sobretudo na Europa, devido à divisão das nações sobre esta questão, às sucessivas políticas de imigração, ao afluxo maciço e raramente controlado de cidadãos extra-comunitários nos últimos anos e à propaganda mediática e/ou política, na maioria das vezes islamófoba e pró-sionista).

Parte desta Terceira Guerra consistiria também em opor niilistas a ateus para provocar uma convulsão social que surgiria após confrontos de uma brutalidade e bestialidade nunca antes vistas. A devastação seria tão grande que as “elites” afirmariam que só um Governo Mundial seria capaz de resolver os vários problemas nacionais e internacionais, impossibilitando novas guerras. No final, as nações exauridas seriam deixadas nas mãos dos mistificadores.

NB: Os países entraram em bancarrota sem se aperceberem. Como ninguém apresentou uma solução milagrosa (é impossível ao nível actual do Plano), os homens do poder visível tentam criar a ilusão de que tudo está bem. É por isso que tudo tem sido feito para corromper a classe política. E o povo continua a lisonjear, durante o tempo que lhe resta, aqueles que dão a impressão de poderem afastar todas as calamidades. Escusado será dizer que essa esperança foi e continuará a ser frustrada. Todos os acordos de paz de que ouvimos falar desde a “guerra do Golfo”, todos os acontecimentos na Rússia que nos fazem crer numa nova era em que o comunismo seria remetido para o cemitério, são “componentes” do Plano. Pensam realmente que esta “Organização” que financiou Lenine, que entregou meio mundo a Estaline com a cumplicidade dos dirigentes da época, aceitaria parar tudo quando está tão perto do seu objectivo? Acreditam seriamente que todos os esquemas secretos que permitiram ao socialismo tornar-se mundial vão parar por aí?

É preciso compreender que o comunismo só estará verdadeiramente morto no dia em que o seu “pai adoptivo”, o capitalismo ultra-liberal da alta finança, deixar de estar entre nós!

Com o grande logro da “Perestroika” (Reestruturação) e a impostura da “Glasnost” (Transparência), assistimos desde há algum tempo ao “deslizamento” mundial (e inicialmente europeu) para uma Segunda “Revolução de Outubro”.

Julian Huxley (irmão de Aldous) costumava dizer que, para fazer uma revolução, a alternativa democrática é a mais desejável e a mais permanente; o método totalitário é auto-destrutivo a longo prazo.

“O comunismo soviético foi obra de sociedades secretas de altíssimo nível. Quer isto dizer que este regime político é o seu objetivo final, o estado definitivo em que abandonariam o mundo, como se fosse o limite da sua ambição? Certamente que não. Apesar da ameaça de se voltar contra eles, não o vêem senão como um instrumento para desorganizar o velho mundo, e o Ocidente em particular, e construir sobre as suas ruínas o seu governo mundial”. (P. Virion)

“Para a elite que actua nos níveis mais profundos do poder, o mundo é um campo de batalha onde todas as formas de guerra são permitidas. A informação é uma arma tão crucial como o dinheiro na luta contra os adversários políticos, mas também no controlo da opinião pública e na manipulação da democracia. Os actores profundos fazem história contando histórias às pessoas. A expressão 'Estado profundo' poderia, portanto, referir-se também ao sono hipnótico em que os poderes reais mantêm a massa dos cidadãos para governar sem o seu conhecimento e, sobretudo, para os levar a aprovar a guerra”. (L. Guyénot)


Fonte: https://les7duquebec.net/archives/298946?jetpack_skip_subscription_popup

Este comentário foi traduzido para Língua Portuguesa por Luis Júdice





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