Moussa "Darmalin", será que fuma moquette?
29 de Maio de
2026 Robert Bibeau
Par Idir Amokrane
A última escapadela política a Argel do
«sinistro» do sistema da injustiça, Moussa
«Darmalin», apresentada pelo macronista-putsista da colónia
«isra-Heilienne», como sendo um avanço diplomático fabricado com o astuto
transe de um tratado de amizade entre o carrasco e a vítima, veio confirmar a
maldição que aflige o regime de Paris, que, ao mesmo tempo, enviou Jean-Noël Barrot (a descendência do
colonizador Jacques Barrot) a Rabate para co-presidir a 2.ª Conferência de guerra terrorista contra os povos francófonos do Sul
ainda angélicos, chamada «Conferência ministerial sobre a manutenção da Paz»
(sic).
Quem poderia pensar por um momento em
guerra, quando o reino do sionista André Azoulay (cannabis, corrupção,
prostituição, pedo-criminalidade, terrorismo, ... etc.) e o regime golpista do
Eliseu, ambos ao serviço dos generais genocidas de Telavive, fala-lhe sobre paz?
Estão ligados mais do que pelo sangue das crianças inocentes da coligação de
Jeffrey, "FranckEpstiine", muito antes de Robert Maxwell.
Os pobres do FMI (França-Marrocos-Israel),
não sabem que quanto mais longe estão, melhor somos nós? Assim que apontam o
seu "Pif" para algum lado, com os seus slogans vazios de paz, temos a
certeza de que uma guerra está a formar-se. Com estas pessoas ali, senhor, se
se oferecerem para o lavar, é melhor mergulhar na próxima piscina excremental.
Indesejável em África, América Latina, Ásia, humilhada pelo tio "Trompe", até expulsa do Líbano pelos seus protectores israelitas-Heil, a ditadura colonial francesa, que fala de uma nação argelina isolada (também relatada pelo esclarecido "nativo", Ali Ben Saad, detentor do "Zelig de Ouro"), continua a correr atrás da Argélia no passo da galinha do jogo do embaixador Xavier, o papagaio. É assim que, depois de Laurent Núñez, o sinistro do gangue do interior e próximo dos gangsters Christophe Castaner e Christian Oraison, Alice Rufo, a ministra delegada do exército de ataque que recruta jovens de bairros operários (com o CRIF marroquino, Latifa Ibn Ziaten, financiada pelo EPIDE-Établissement pour l'insertion dans l'emploi-), filha do psiquiatra infantil mediático muito agitado de Toulon, morena de Jean-Marie Le Chevallier. Trata-se do truque de prestidigitação de Gérald Moussa Jean "Darmalin", violador de Sophie Patterson, que lhe rouba o bastão "Harki" herdado do seu avô Moussa Ouakid. O que poderia ser mais anormal para esta injustiça "sinistra" de um regime cujos tribunais acompanham legalmente até a abertura de "gang bangs", um local onde as mulheres são o seu alvo de distracção?
À custa das pessoas que cegou, violou,
mutilou, ajoelhou, incapacitou, prendeu, Moussa "Darmalin"
desembarcou em Argel, com muitas rillettes (patés) debaixo do braço, envolvendo
o seu "corrupto" coronel Sébastien, que fervilhava, com o partido da
filha do torturador zarolho de Argel, a lei do regime de emergência:
"Estado de alerta de insegurança nacional". Esta última foi
incorporada na lei de programação militar, chamada civil, que prevê um regime
jurídico sem precedentes para lidar com novas ameaças. Quem ameaça o povo, para
além deste regime da coligação FranckEpstiiine?
Em Argel, "Darmalin" falou de respeito, diálogo e cooperação, enquanto colocava uma banana do "hirak colonial" nos degraus da Presidência da Argélia: O povo argelino é um regime! Parece um regresso da pandemia ao "Daoud 19" vindo de Wuhan, já que viajou num avião "Fronçais", enquanto o "Hantavírus" apanhou um navio de cruzeiro "cheira a sujo", e o próximo germe pandémico da política é esperado de bicicleta ou a pé. Na sua bagagem, levou consigo a nata do poder judicial do regime parisiense que não conseguiu investigar os membros corruptos da coligação de pedófilos do sistema, que governam a colónia do exército isra-Heilieno (de Hell – inferno – NdT). O homem que colaborou em 2008 com a revista mensal de extrema-direita "Politique" (órgão de imprensa do movimento realista "Action française" inspirado por Charles Maurras e ligado ao movimento da Restauração Nacional), admitiu, no entanto, que o seu regime alberga de facto os gangues "Issaba" que saquearam o povo argelino. O seu regime ladrão (diz Éric Chiotte-i) estudará a restituição dos milhares de milhões roubados à Argélia e mantidos em segurança nos cofres da « Ripoublique ». Todos teriam ganho tempo se se tivessem deslocado com os verdadeiros dossiers detidos por Jean-Louis Levet, o Muito Alto comissário do saque pela cooperação franco-argelina, entre Maio de 2013 e 18 de Fevereiro de 2019.
"Darmalin" prometeu também
estudar a possível expulsão de terroristas islamo-berberes, promovidos pelos
"media-ONG-Partidos Políticos-Sindicatos" com os códigos de barras
dos revolucionários. Ao mesmo tempo, defendeu a causa do espião Christophe
Gleizes, o turista-jornalista do grupo terrorista MAK.
Mas o mais engraçado é o anzol de Marselha da Argélia ao
"narco-tráfico" encontrado pelo "sinistro" Moussa Darmalin,
o viajante honorário em Agosto de 2017, com o primeiro coronel "Sébastien
biscornu" da classe política "pour-rite", na Córsega (Ajaccio),
na villa associada a Gilbert Casanova (antigo Presidente da Câmara de Comércio
e Indústria de Corse-du-Sud), um traficante internacional de droga, condenado
em 2010 a oito anos de prisão. Portanto, não é o reino da cannabis da Mimi 6
que organiza o narcotráfico em França! Rachida Kaaout (Diáspora Africana) e
Salah Bourdi (Eugène DelaCroix Circle) pintaram o quadro político desta
operação, sob a ditadura do toxicodependente do Eliseu?
O truque da "máfia DZ", uma
organização puramente marselhesa, é inteiramente fabricado em França, cujo
acrónimo "Dz" foi criado pelo sistema como uma verdadeira ferramenta
política de marketing, com o objectivo de implicar a Argélia. Funciona mais
como uma franquia, que agrega diferentes grupos criminosos, do que como uma
empresa altamente estruturada e hierárquica. Os seus líderes nasceram todos em
França e, como explica Jean-Michel Verne, autor de "Inside DZ Mafia",
muitos deles (circulam 25 nomes) têm nomes de sonoridade europeia: Gabriel Ory
(conhecido como Gaby, o líder do grupo), Adrien Faure, Dylan P. Blaise M.,
Anthony B., Kevin R., Jordan K., Mathieu M., Julien B., Félix Bingui (clã Yoda)
... etc. Jean-Michel Verne acrescenta que a máfia marroquina, que é desenfreada
em Espanha, Bélgica, França e Holanda, é muito mais estruturada, com regras da
Omerta comparáveis às observadas na Calábria (Itália). É composta apenas por
marroquinos.
Vamos fingir que "Darmalin" não
tem conhecimento do caso "Trident", onde quase 400 kg de cocaína
evaporaram das instalações do Ofast (o escritório anti-droga) em Marselha, a
organização responsável pelo combate ao tráfico de droga.
Vamos fingir que "Darmalin" não
sabe que François Thierry, o antigo chefe da luta contra as drogas, não foi
apanhado com 7 toneladas de pasta de cannabis de Andrey Azoulay, expondo ao
mundo inteiro o envolvimento do Estado no tráfico de droga.
Vamos fingir que "Darmalin" não
conhece Aymeric Chauprade, o conselheiro real de Mimi 6, apelidado de Sr.
Air-cocaína, em referência ao maestro do caso Falcon 50 (que estava prestes a
descolar para La Môle, perto de Saint-Tropez), apreendido em 2013 na República
Dominicana, a bordo do qual estavam 680 kg de pó de snifar/inalar (armazenados
em 26 malas pesadas).
De volta a Paris, « Darmalin » não perdeu
tempo, foi direitinho à casa de Bolloré (Cnews), para fazer um relatório de
hipocrisia política com o segundo microfone do piscar de olho à fasciosfera do
castanho « Rocailleux », jogando o número da firmeza com a Argélia.
Dizia-se, quanto mais longe estão, melhor estamos.
Idir Amokrane
Fonte: Moussa
« Darmalin », fume-t-il de la moquette ? – les 7 du quebec
Este artigo foi
traduzido para Língua Portuguesa por Luis
Júdice

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