Lixo político, ou quando o partido
"socialista" promove um neo-conservador, torturador, Raphaël
Glücksmann.
29 de Outubro de
2026 Robert Bibeau
Por FCI, VT e Resistência 71
O caso
de Raphaël
Glücksmann leva-nos
às profundezas do circo político. Não estamos mais a testemunhar a farsa
ridícula de palhaços a disputar o poder; mergulhamos na mais completa desgraça.
O que está prestes a ler é desprezível, não há outra palavra para descrevê-lo,
e revela a evolução criminosa e mafiosa das carreiras políticas a um nível
talvez nunca antes visto. O caso Glücksmann é um exemplo clássico pós-moderno
da decadência do mercado estatal... Certamente, há muito o que dizer sobre a
corrupção política e sobre qual desses fantoches não tem esqueletos no armário,
mas aqui, realmente chegamos ao fundo do poço... Este outro "filho da…",
portanto, apresenta o perfil típico do psicopata que a oligarquia do sistema de
mercado estatal quer implantar em todo o Ocidente imperialista decadente, na
fase terminal da sua jornada, para melhor implementar a agenda da ditadura
tecnotrónica.
Vamos resumir da forma mais concisa
possível o cinismo da sua "jornada" até chegar ao ponto em que se
encontra hoje: o candidato oficial do Partido Socialista francês neo-liberal e
traidor, que só foi "socialista" no nome, usurpado há décadas, e,
portanto, seu representante nas eleições presidenciais de 2027. Inacreditável!
Um vilão de filme B... mas de verdade!
Ele é filho de André Glücksmann, figura proeminente
daquela pequena e iníqua camarilha conhecida na época como “os novos
filósofos”, ao lado de outro grande falsificador e sumo sacerdote do sionismo na
França: Bernard-Henri
Lévy ,
amigo da família, é claro. O próprio Glücksmann era “maoísta” em Maio de 1968
e, gradualmente, auxiliado pelo enriquecimento burguês corruptor, abraçou o neo-liberalismo
e, finalmente, o neo-conservadorismo, um grande defensor do império
anglo-americano-sionista, cuja ideologia dominante é essa. O jovem Glücksmann
cresceu nesse meio de esquerdistas ao estilo ianque. Ele criou uma espécie de
think tank à francesa, “Études sans frontières” (Estudos sem Fronteiras), com
seu pai, Lévy, e outros agentes imperialistas. Essa entidade é financiada pela
Fundação Soros, pela Prefeitura de Paris e pela região da Île-de-France — ou
seja, por fundos privados de um bilionário conhecido por financiar “revoluções
coloridas” (incluindo as da Geórgia e da Ucrânia, veja o artigo a seguir),
ligado à CIA, e por fundos públicos franceses, ou seja, dos contribuintes
franceses da região da Île-de-France. (Fonte: AFP, Julho de 2005). Ele usa o seu
think tank para viajar aos Estados Unidos e visita Washington, D.C. O jovem
Glücksmann menciona o seu “mentor” ianque, John McCain, um congressista
republicano e um dos piores belicistas e sionistas que a América moderna já
conheceu, juntamente com aquele outro oportunista, Lindsey Graham. Dois
canalhas que agora estão mortos e enterrados.
Os seus círculos políticos são
subservientes ao império anglo-americano-sionista. Raphaël Glücksmann também é
membro do "Cercle de l'Oratoire", um grupo neo-conservador e
fervorosamente pró-americano que promove agendas ianques e sionistas e é
fundamental e visceralmente anti-russo. É nesse contexto que, em 2008 e nos
anos seguintes, Glücksmann se viu numa missão ordenada pelos seus mestres na
Geórgia, após um golpe de Estado/"revolução colorida", a chamada
"revolução rosa" orquestrada pela CIA (Soros, NED, USAID), e como
conselheiro do ditador recém-empossado, o altamente psicótico Saakashvili, o
homem que come a própria gravata... O resto, horripilante e estarrecedor, segue
abaixo, mas lembre-se de uma coisa... Um candidato "socialista", neo-conservador,
belicista e torturador (veja abaixo) está a ser imposto ao povo francês na
próxima eleição presidencial. Isto deixou de ser uma piada e tornou-se arte
grotesca. Se isto não for mais do que uma farsa, mas sim uma descida completa à
mais abjecta ignomínia, então nada é, nem jamais será, abjecto. Este é o nível
de depravação a que este sistema de mercado estatal moribundo chegou. Retiremos
o nosso consentimento a esta vasta e criminosa farsa. O circo político só
coloca lacaios no poder; é ainda pior quando se consideram lacaios psicopatas
como Glucksmann — o melhor que a oligarquia produziu desde "Sarkozy, o
Americano".
Votar é abdicar, votar é validar o sistema que nos oprime, votar é consentir que idiotas e psicopatas descartem as nossas vidas como bem entenderem. Dizemos: Foda-se esses palhaços! E…
Abaixo o Estado! Abaixo as mercadorias!
Abaixo o dinheiro! Abaixo o trabalho assalariado!
Viva a Comuna Universal das associações
livres!
Leia e compartilhe sem qualquer moderação.
Isso está totalmente dentro dos limites da saúde pública.
Resistência 71
VEJA o artigo completo em: RESISTÊNCIA 71
https://resistance71.wordpress.com/2026/10/28/
Este artigo foi traduzido para Língua
Portuguesa por Luis Júdice



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