Invistam o dinheiro na educação em vez de armamento!
13 de Outubro de 2026
Robert Bibeau
Por Normand Bibeau.
"NEM UM CENTAVO PARA ARMAMENTOS, TODO O DINHEIRO PARA EDUCAÇÃO"
Desde os seus agentes mais notórios, MACRON I, o anão de saltos altos e os seus ministros-destructores-fascistas Lecornu e Nuñez e o seu projecto de lei cassetete: «vândalos-fascistas», que mobilizaram a sua polícia terrorista, com capacetes e armada até aos dentes, para espancar, cegar e aterrorizar a juventude francesa desarmada. Eles são assistidos pelos tribunais fascistas para encarcerar como fizeram com os Coletes Amarelos. Veja estes artigos sobre os Coletes Amarelos:
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por "colete amarelo" – o 7 de Quebec
Até mesmo o RN de LE PEN, a "paixão" de fascistas e racistas de "fato-completo" e Bardella, o notoriamente racista ("Mediapart") que em 6 de Outubro de 2026 convocou "para restaurar a ordem e a segurança imediatamente por TODOS OS MEIOS"; reprimir a violência das vítimas estudantis e não a dos polícias agressores, privilegiando a FORÇA E REPRESSÃO IMEDIATAS E TOTAIS, mesmo após o espancamento para afogar o peixe no sangue, estudar "o funcionamento das instituições e a reforma da orientação" para fazê-la adequar-se ao programa de militarização concedendo novos "direitos" aos estudantes "trabalhadores" e "descontos no transporte para chegar lá..." para o quartel...
«OS REPUBLICANOS" e o seu guru, Bruno Retaillau, que, com os seus lábios de bajulador dos bilionários, reconhece «alguns problemas no ensino» sem especificar quais, mas que se limita a condenar as supostas «violências dos estudantes espancados, gaseados, -regados, -cegos, -feridos» por «culpa deles» de não suportarem o seu destino de miséria e de se deixarem manipular pela LFI, que ele exige que seja declarada «fora da lei» e presa para lhe dar a ele uma oportunidade de chegar à presidência;
«RENAISSANCE e o seu
"líder" Gabriel ATTAL e o seu "pacto com a juventude" (sic), que
condena a VIOLÊNCIA da LFI, exige o retorno imediato dos estudantes a escolas e
universidades decadentes, sem professores ou funcionários de apoio, sem
dinheiro e sem futuro até que os bilionários lhe entreguem de bandeja de prata a
presidência e ele possa voltar atrás nas suas promessas de drogas.
MÉLENCHON, FAURE, GLUCKSMANN, ROYAL, GUEDJ, MAUREL, AMISHARI, SIMONET, EL MARIKY e os fantoches políticos da burguesia, da direita à "esquerda caviar", que em uníssono exigem:
O FIM IMEDIATO DA VIOLÊNCIA ESTUDANTIL (SIC); a continuação da violência
policial; a RESTAURAÇÃO DA SEGURANÇA DITATORIAL do Estado burguês; NEGOCIAÇÕES
FALSAS (como na época dos Coletes Amarelos e Maio de 68); a capitulação da juventude e seus
aliados; DE VOLTA ÀS AULAS; E, acima de tudo, concordam em nunca condenar o
desperdício de armamentos que desvia investimentos da educação.
Contra as suas eternas PROMESSAS DE BÊBADOS e DE DROGADOS, conforme o caso, enquanto TODOS estavam no poder e foram os responsáveis pelo estado condenável do sistema de educação e pelo desvio de FUNDOS PÚBLICOS da EDUCAÇÃO para o ARMAMENTO em apoio ao LEBENSRAUM/EURONAZI/OTANONAZI no Leste para manter a ditadura burguesa no Ocidente.
Enquanto a ralé política burguesa discursa sobre como desviar a juventude da insurreição popular, a polícia, o sistema judicial e os meios de comunicação social, a burguesia e os seus mercenários prosseguem selvaticamente a sua guerra de classes contra a juventude francesa, com o objectivo de a «aterrorizar para a esmagar com cassetetes, canhões de água, balas de borracha, as sentenças cruéis e brandindo incessantemente o exemplo sangrento dos «coletes amarelos», para a preparar, « manu militari», a renunciar a servir de «carne para os patrões» para se tornar a «carne para canhão» do LEBENSRAUM HÍBRIDO 2.0 YANKEE/OTANONAZI a Leste, a versão do século XXI do «Drang nach Osten/Blut und Boden/Herrenvolk » «Volk ohne Raum – Raum ohne Volk NAZI/SIONAZI» .
Para se
convencer, sem qualquer dúvida, deste programa militarista fascista de guerra
de classes, basta constatar a ferocidade bárbara e desumana da repressão
policial selvagem e da propaganda dos meios de comunicação social dominantes
dos bilionários, bem como da repressão por parte da polícia e dos tribunais
burgueses.
Assim, os
meios de comunicação social burgueses são unânimes:
LE MONDE:
«Desde que os primeiros bloqueios foram levantados com brutalidade […] A decisão de proceder a detenções em massa (mais de 6 500 detenções, das quais 4 500 de menores) e o anúncio de um projecto de lei «casseurs-payeurs» (“quem parte paga”) vão continuar a alimentar uma revolta.
A
radicalidade do protesto dos «coletes amarelos» traumatizou o poder macronista.
A sua gestão ultra-segurança, desde então reproduzida no domínio social,
prejudicou o direito de manifestação. Dissuadidos pela violência e pelas
detenções, os cidadãos «viram aumentar o custo da participação numa
mobilização». (re:lemonde.fr, 6, 7, 8/10/2026).
LE NOUVEL OBS:
«Um adolescente de 15 anos teve a mão arrancada por uma granada em Lens, na
segunda-feira. Em Tours, na semana passada, um aluno do ensino secundário de 16
anos ficou sem a visão de um olho durante um bloqueio […] Na France Inter (o
ministro Nuñez), classificou estes incidentes como «tragédias» (…) Ao mesmo
tempo que se justificou dizendo que, em Lens, «havia um contexto» em que as
forças da ordem «foram atacadas»». O seu cúmplice, o ministro da «Educação
Nacional», o infame Edouard Geoffray, na Franceinfo, chegou ao ponto de
declarar que era preciso «enfrentar os indivíduos ultra-violentos», ao
descrever os «alunos» menores de idade como os seus heróis, os SIONAZI$ que cometem
genocídio contra os bebés «terroristas do Hamas» nas incubadoras, de dar
náuseas (re:nouvelobs.com, 6, 7, 9/10/2026). «blast-info.fr, 5/10/2026.»
Manchete da cobertura da IMPRENSA:
«A indignação cresce nos corredores da France Télévisions. A cada movimento social, os mesmos problemas parecem repetir-se: uma cobertura noticiosa descontextualizada, centrada na violência, ao ponto de as reivindicações políticas de fundo serem silenciadas, ou mesmo distorcidas, deturpadas e manipuladas. […]
«75 % do tempo (de antena) foi dedicado a relatar a «violência» e os «danos materiais», atribuindo-os aos estudantes, contra 8 % dedicados às suas reivindicações; 12 % a «acusações contra a LFI» e 3 % à «violência policial» (documento da Acrimed),
Georges Pinol, presidente da Sociedade de Jornalistas da France 3, e Danilo Commondi, da CGT France TV de Le Havre, para citar apenas dois, são unânimes quanto ao carácter totalmente tendencioso, anti-estudantil e pró-governo de TODA a cobertura mediática, que mente sobre as reivindicações estudantis, negando que
«A verdadeira violência é aquela que os jovens sofrem no dia a dia devido à
falta de professores e de pessoal, às turmas sobrelotadas, às condições de
estudo precárias, às escolas degradadas e também à inquietação em relação ao
seu futuro e à precariedade que afecta uma parte cada vez maior deles […] A
resposta não pode ser a repressão».
Nada menos do que 54% da opinião pública francesa apoia os estudantes na
sua justa luta contra o Estado e isto, apesar da propaganda goebeliana
desenfreada e da campanha feroz levada a cabo pela burguesia contra essa mesma
opinião pública, à qual mente descaradamente sobre a justiça da insurreição da
juventude e se empenha demagogicamente em reduzi-la a «destruição» e
«violência».
A juventude francesa não deve, em caso algum, confiar naqueles mesmos que desviaram o dinheiro dos impostos e das taxas dos seus pais, destinado à educação, para o armamento, e que conduzem a humanidade para a destruição termonuclear apocalíptica.
PROLETÁRIOS E ESTUDANTES, UNÍ-VOS E
REDIRECCIONEM O DINHEIRO PARA A EDUCAÇÃO,
NÃO PARA O ARMAMENTO
Fonte: Consacrez l’argent à
l’enseignement plutôt qu’a l’armement ! – les 7 du quebec
Este artigo foi traduzido para Língua Portuguesa por Luis
Júdice









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