O povo francês está a mostrar o caminho.
31 de Outubro de 2026 Robert Bibeau
Por Normand Bibeau .
Nem um centavo para armas, todo o dinheiro
para educação.
COLETES JOVENS E COLETES AMARELOS, UNAMO-NOS!
31 de Outubro de 2026:
Segundo o Public Sénat, a coordenação
nacional dos COLETES AMARELOS já registou quase 250 manifestações e
concentrações;
Estão a ser organizados 598 locais de
mobilização, pontos de encontro e acções locais;
30 bloqueios;
26 rotundas ocupadas;
10 barreiras flutuantes em acção;
5 caceloradas (protestos com panelas –
NdT);
282 assentadas;
organizado sob a convocação de uma frente
comum de associações: UNEF, FAGE, União Estudantil, União Sindical Estudantil,
CGT, FSU, FO, LFI, Coletes Amarelos, Coletes Jovens,
Paris, Lyon, Lille, Bordéus, Marselha,
Toulouse, etc., todas as cidades da França estão em estado de insurreição
popular quase generalizada pelo " ACTO III " da luta contra o desvio
capitalista do dinheiro dos impostos do povo, destinado a programas sociais,
para a fascismo e militarização da sociedade. Tudo demonstra que o movimento de
insurreição popular, longe de perder força sob o ataque de desinformação,
repressão, prisões, processos judiciais, ameaças, intimidação, divisão e
promessas embriagadas do Estado capitalista, está a intensificar-se e a tornar-se
mais consciente, desmascarando a verdadeira natureza anti-popular do Estado burguês , da polícia, da
tropa de choque, do exército, dos políticos a soldo de bilionários e dos seus
meios de comunicação, tanto tradicionais quanto alternativos.
De 450.000 manifestantes em 6 de Outubro,
o número subiu para 480.000 no dia 13, para 550.000 no dia 17, chegando a
800.000 em 24 de Outubro de 2026, com uma projecção estimada de 1 milhão hoje,
31 de Outubro de 2026 (ref.: lemonde.fr, 6, 13, 17, 31/10/2026; mediapart.fr,
17/10/2026; Public Sénat.fr, 30/10/2026).
Em termos de "PALAVRAS DE ORDEM",
a mobilização que começou nos liceus franceses, depois espalhou-se pelas
universidades e por toda a sociedade civil, passou de:
"Melhorar as condições de estudo;
contratar professores;
manutenção dos edifícios degradados;
criar 250.000 vagas adicionais no ensino superior;
reduzir o número de alunos por turma;
aumentar as bolsas de estudo e abolir
o PARCOURSUP;
PARA:
Redução do custo de vida;
queda nos preços dos combustíveis;
melhoria das condições de trabalho;
defesa dos serviços públicos;
melhorias nas pensões e no acesso à saúde.
NÃO AO ALTO CUSTO DE VIDA.
A
revolta estudantil nasceu em oposição ao saque do dinheiro público pelo Estado
bilionário em favor da guerra na Ucrânia, à fascistização e militarização da
sociedade francesa para apoiar o LEBENSRAUM 2.0 US/EURONAZI/ OTANONAZI /
UKRONAZI BANDERISTA KYIVIAN contra a Federação Russa, e a única saída
revolucionária proletária para essa fascistização da sociedade é lutar até a
vitória contra o desvio de fundos públicos para armamentos.
Nem um centavo para armas, todo o dinheiro
para educação.
COLETES JOVENS E COLETES AMARELOS, UNAMO-NOS!
Normand Bibeau
NEM UM CENTAVO PARA O ARMAMENTO, TODO O
DINHEIRO PARA A EDUCAÇÃO
Mais de 500.000 manifestantes marcharam hoje por toda a França;
EM PARIS, 200.000 manifestantes marcharam «obrigados, forçados, com a morte
na alma» da Porte de Bagnolet até à Porte Charenton, longe do centro da cidade
e da Bastilha, por ordem do tribunal da polícia fascista e após terem sofrido
10.000 controlos, a convite da intersindical da juventude que agrupa
associações estudantis, sindicatos, UE, FAGE, UNEF, USL;
Em Grenoble, a manifestação com 10.000 manifestantes terminou em confrontos
violentos entre os jovens e a polícia fascista;
Em LYON, 20.000 pessoas desfilaram; em BORDEAUX, 70.000 manifestantes
desfilaram; em Marselha, foram 15.000; em RENNES, 13.500; em Limoges, 5.000;
Em TOULOUSE, LILLE, NANTES, «elementos radicais», segundo a polícia
fascista, enfrentaram-nos com lançamento de pedras da calçada e confrontos;
10.000 «controlos» na Île-de-France realizados antes das manifestações pela
polícia fascista não demobilizaram os manifestantes apesar da intimidação e
ameaças, e 250.000 manifestantes marcham em Paris;
Várias centenas de jovens enfrentam a polícia na «Porte de Charenton» com pedras
da calçada e cocktails molotov contra o gás lacrimogéneo, balas de borracha e
cassetetes;
Um «sit-in» em Montmartre perto da basílica resiste aos assaltos da
polícia;
Um ataque de polícias de mota contra um cortejo, apesar da ausência de
ameaça no 9º arrondissement, provoca vidros partidos e danos;
Em Marselha, 2 cortejos enfrentam a polícia fascista que quer dispersá-los;
«Fizemo-lo no dia 6, 17, 24 e hoje, faremos novamente no dia 5 e enquanto
for preciso, não vamos desistir», gritavam os manifestantes;
«forçados, obrigados e com a morte na alma», os sindicatos submeteram-se
cobardemente ao percurso parisiense imposto pelo tribunal dos bilionários (da
porta de Bagnolet até à porta de Charenton, longe do centro da cidade e da
Bastilha); 422 detenções; um adolescente ferido; muitas detenções preventivas;
tudo se decidirá a partir das 23h00 nas cidades sob recolher obrigatório. Como
escrevíamos no início deste dia de mobilização popular: «[O] movimento de
insurreição popular, longe de se esgotar sob o espancamento da desinformação,
da repressão, das detenções, dos processos judiciais, das ameaças, da
intimidação, da divisão e das promessas embriegadas do Estado capitalista,
AMPLIA-SE E CONSCIENTIZA-SE, expondo a verdadeira natureza anti-popular do
Estado burguês, da polícia, dos CRS, do exército, dos políticos mercenários dos
bilionários e dos seus meios de comunicação mainstream e alternativos». «O
governo ainda não respondeu concretamente às reivindicações da juventude […] Ao
subestimar mais uma vez o nosso número, os meios de comunicação incentivam
Macron a prolongar o teste de força. ‘Mais pesada será a queda’, segundo a
União sindical dos estudantes do liceu, e continuamos a luta.
COLETES JOVENS E COLETES AMARELOS, UNÍ-VOS!
NEM UM CÊNTIMO PARA ARMAMENTO!
Fonte: Le
peuple français montre la voie – les 7 du quebec
Este artigo foi traduzido para Língua Portuguesa por Luis
Júdice



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